quarta-feira, 26 de Novembro de 2014



Estes dias frios e sem cor clamam por maquilhagem caliente (ou não fosse esta a altura das festas...). Essa foi uma das razões que nos fez fotografar com a nova maquilhagem da MAC no Grande Real Villa Itália Hotel & Spa em Cascais, com todas as condições criadas para um verdadeiro conto de fadas. O Diogo Luís foi quem fotografou (o que foi meio caminho andado também!)

Com esta maquilhagem queria mostrar-vos uma hipótese para uma festa, com uns olhos brilhantes e uns lábios que mesmo assim se conseguem destacar. Sim, regra geral quando falamos de um batom exagerado, o olhar deve ser leve, mas não há regra sem exceção e, com os devidos cuidados, podemos (e devemos!) arriscar. 
Como fazer? Nos olhos usar a sombra Prim and Proper e Regal Affair (25,50€) com um pouco de eyeliner, máscara e lápis preto por dentro dos olhos. (Se é para ser a sério não pode faltar nada!) Como a sombra tem muitos brilhantes usem um lenço de papel para não deixar cair brilhos para o resto da cara. 
A Helena também fez parte da sessão (claro!)
Apesar de ser preciso um pouco de blush para definir as maçãs do rosto, é necessário moderação (usei o Blush Sweet Sentiment rosy pink (28€). Aqui podem esquecer o pó bronzeador! Quanto aos lábios apaixonei-me pelo Batom Salon Rouge clean berry red (matte) (21,50€)


Fotografias Diogo Luís Photography
Saia PP Couture
Colar e sapatos Aldo
Maquilhagem MAC
Grande Real Villa Itália Hotel & SPA
Rua Frei Nicolau de Oliveira, 100, 2750-319 Cascais
210 966 000 / realvillaitalia@hoteisreal.com

domingo, 23 de Novembro de 2014














Antes tinha uma de amor-ódio com a Natura. Lembro-me de ser mais pequena e de ficar horas à espera, junto ao urso grande da porta, enquanto a minha mãe se divertia entre cores e feitios que eu achava demasiado diferentes. Fui crescendo e também o meu gosto por étnicos e capazes de tornar qualquer coordenado básico num conjunto de fazer virar cabeças. A minha perdição começou nos anéis, que eu usava em todos os dedos e logo chegou aos brincos. Mas a loja continuava-me estranha, com uma personalidade que não era bem a minha.
Hoje, a Natura – claramente renovada - é muito mais do que um espaço de bijuteria. As roupas são cuidadas e delicadas e oscilam entre padrões interessantes e uma sobriedade com um toque romântico que eu adoro. 


Por isso mesmo, quando a Marta me convidou para começar a escrever neste espaço de bom gosto, sabia que dar início a esse capítulo com a nossa visita a esta loja específica só poderia ser um bom presságio. Conheço a Marta há muitos anos. Desenhei-lhe o primeiro blogue quando mo pediu, cheia de vontade de escrever e uma criatividade inspiradora. Talvez por esse motivo sempre tenha sentido esta "pegada" também como minha.

Vi-lhe a mochila de franjas e delirei, num almoço que tentamos tornar frequente. De onde é? Da Natura...Há lá vários modelos, procura que vais gostar. E eu fui espreitar, apaixonar-me pelas várias opções e acabar por comprar aquela que me roubou o coração em primeiro lugar. A dela. Agora também minha. Não resisti e arrastei também comigo um casaco quente, versátil e que grita domingo em cada malha. Saí com vontade de voltar. Mais e mais vezes.


As fotos, perdi-as. Sou esse tipo de pessoa. Mas a Marta (que a propósito partilha também o meu nome) logo se prontificou a uma sessão fotográfica improvisada. Afinal também ela gostou do casaco e se perdeu de amores por aquilo que a faz sentir quando veste. Partilhamos muita coisa. Gostos, roupa, sapatos e agora até os posts de um mesmo blogue. Mas aquilo que mais dividimos, desde sempre e sem que tivéssemos notado, é uma amizade enorme.

(texto escrito pela Marta Albuquerque)

quarta-feira, 19 de Novembro de 2014


Costuma dizer-se que é a moldura do rosto. De facto, do cabelo depende muitas vezes o nosso humor, ou a nossa atitude, mas não só...Passamos a vida a falar de shampoos, amaciadores, colorações mas, por vezes, esquecemo-nos do mais importante que é: existir cabelo. A falta de densidade capilar ou a queda de cabelo afectam mais pessoas do que se imagina! Desde sempre que me preocupo com este assunto. Sempre sofri com queda de cabelo sazonal (apesar de moderada) e sentia que o meu cabelo caía imenso, depois de fases stressantes (por exemplo, a seguir a exames). Uma vez até fui ao meu médico de família, e ele disse que não via nenhum cabelo nos meus ombros e, sem me dar muito crédito, lá me receitou umas vitaminas que fortaleciam as unhas e a fibra capilar. Os anos foram passando e fui controlando a “queda” com alguns shampoos e, uma vez por outra, com umas ampolas que a minha mãe me trazia do cabeleireiro quando necessário. No entanto, agora resolvi descobrir exatamente o que se deve fazer!



Os 25 anos ainda não trouxeram cabelos brancos, mas antes de pensar neles quero ter a certeza que tenho muuuuuito cabelo, por isso fui fazer um diagnóstico capilar na farmácia e explicaram-me que é normal caírem entre 50 a 100 cabelos por dia. Sim, nós achamos que temos queda de cabelo e, na verdade, nem sempre é assim tão óbvio. No entanto, devemos preocupar-nos se sentirmos peladas, se estiver muito cabelo na almofada, se cair muito cabelo a cada vez que lavamos o cabelo. (Neste caso aconselho que percebam se é sazonal, hormonal ou pós momento de stress e em caso afirmativo que perguntem na farmácia mais próxima sobre Dercos Aminexil). Mas no meu caso (andei este tempo todo a achar uma coisa!) não tenho mesmo queda: ok, Dr. Antunes. Tinha razão! Porém, (não estou maluca) a minha densidade capilar está a diminuir na zona da frente, ou seja, tenho menos cabelos a nascerem. Por isso, recomendaram-me que experimentasse uma inovação da Vichy: Dercos Neogenic







Vou aplicar ampolas de Dercos Neogenic para que o meu cabelo fique mais espesso, forte e para que me nasçam novos cabelos nas zonas onde sinto que está a enfraquecer. (na embalagem diz que desperta os bolbos em fase de inactividade e que em 3 meses: 1700 novos cabelos).



O tratamento deve ser feito em 3 meses pelo que vos vou relatar a experiência e o que estou a achar da aplicação, como deve ser feito, em que altura, e todas as dúvidas que me vão surgindo. Qualquer coisa que queiram perguntar, estão à vontade, que eu sei que este assunto não é assim tão óbvio. Curiosos?Vamos a isto!

quinta-feira, 6 de Novembro de 2014


Olá Mãe!

Costumava deixar-te as minhas cartas pela casa, mas hoje achei que fazia mais sentido se fosse assim: em modo online. Até porque se há coisa que gostei foi da forma como te habituaste aos computadores, quando a vida to exigiu (e dizias nada perceber!). Como diria o pai: “Ah leoa!” E, além disso, quem é a pessoa que mais me lê, senão tu? E que gosta sempre das minhas teorias e idiotices? Por isso, resolvi escrever-te porque além de te dar os parabéns, e de te comprar um presente, preciso que saibas que parei para pensar em ti, para te dizer como te adoro e como, muitas vezes, apesar de não o mencionar, és a luzinha da nossa casa. E, sobretudo, porque não digo vezes que cheguem o quanto te admiro.

Sei que andamos a passar por momentos difíceis, mas quando é que a nossa vida foi fácil, mãe? Nunca me esqueço daquilo que uma vez me disseste: que Deus só nos dá aquilo que somos capazes de ultrapassar; aquilo que conseguimos suportar. Lembro-me bem de me dizeres isso para me tentares explicar algumas das crueldades inexplicáveis do nosso mundo. Foi durante uma das muitas histórias que me contaste…Aliás, se há pessoa responsável por todo este mundo cor-de-rosa que tenho na cabeça e pela altivez dos meus sonhos, essa pessoa és tu: “A nossa Guida”.

Quando fui pela primeira vez à Disney (não te disse!) mas foste a primeira pessoa em quem pensei. Quem mais do que tu me fez gostar tanto de letras e de histórias? Eras tu que me levavas bolachas, quando lia os livros de “Uma Aventura” e que me lias com a tua voz doce que todos te reconhecem. Fizeste-me gostar de ler e de escrever e, no fundo, sou quem sou não só porque me trouxeste ao mundo, mas porque me passaste a tua paixão pelas histórias.

Bolas, a nossa vida passa a correr! E tantas vezes me esqueço de dizer como gosto de ti e de como sei que poder agarrar-me sempre aos teus braços e sentir-me outra vez protegida é uma das maiores certezas e felicidades que tenho. Por isso, e como não imagino a minha vida sem ti, vamos lá fazer mais 50 aninhos que eu vou querer que me ensines a ser metade da mãe que tu tens sido para nós.

Contas-me outra história mãe? Podes começar com: “Era uma vez a melhor mãe do mundo, com a pele mais macia de todas, e com o sorriso mais bonito que alguma vez conheci.”

Parabéns mãe, melhor amiga e companheira da minha vida.

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Há alguns filmes que estão agora nas salas de cinema que eu, na minha modesta sapiência da sétima arte, recomendo:

Os gatos não têm vertigens: Comecemos pelo filme português. Sei bem as reticências que toda a gente tem ao cinema português. Eu também as tenho. A Gaiola Dourada veio dar um novo ânimo à malta, mas foi feito por alguém de fora, por muito que tenha origens portuguesas. Os portugueses gostam de drama, pornografia e de muitas asneiras. É este o estereótipo e, regra geral, infelizmente é sustentado. São filmes que nos deixam maldispostos por muito que possam ser pseudo-hipsters. Mas este filme de José Pedro Vasconcelos, embora não seja genial, tem coisas muito boas. Tem falhas. Tem clichés. Certo. Mas também tem uma interpretação maravilhosa de Maria do Céu Guerra e de João Jesus. É positivo e é bonito. A cumplicidade entre os dois atores também realça a história, diga-se de passagem. Não se preocupem que não vou contar nada, apenas dizer-vos porque devem ver...

Este é um filme que vale pelo amor que passa. Eu gostei muito. Se calhar porque me revi na história da senhora, porque hoje percebo o que é termos alguém em casa que depende de nós, mas que nos momentos lúcidos se sente um estorvo. Hoje percebo o que é ter pessoas à nossa volta que só se preocupam com o dinheiro em vez de pensarem no bem-estar daquela pessoa que hoje quase não reconhecemos. Gostei particularmente do momento em que o genro lhe disse algo deste género: “O lar é tão bom Rosinha, é um sonho…Quem me dera.” E a Rosa responde-lhe: “Então porque não vais?” (silêncio). “Mas se estás assim tão preocupado comigo, porque não me levam para vossa casa?”. “A rosinha sabe perfeitamente que não temos condições.” “Balelas, balelas, balelas, balelas, balelas” remata a protagonista. E aqueles que não podem argumentar? Quem os defende? A velhice é chata, é dolorosa, é triste. Mas existe, e fechar os olhos ou abandonar velhinhos nos hospitais (como me contaram que acontece todos os dias) é um sinal de que a nossa sociedade está completamente cega. Aquela pessoa agora precisa de nós. Nós já precisámos dela. A minha avó levou-me vezes sem conta ao jardim, comprou pão para eu dar aos patos e milho para eu dar os pombos. Levou-me vezes sem conta pela mão e fez-me as vontades sempre. Hoje está ali, sentadita, e só precisa de amor; de sentir que a amamos. 


Mas voltando ao filme, este é um filme obrigatório para muitos portugueses que são egoístas. E é um filme para os que amam, pois vão sentir que estão no caminho certo. Porque no fundo todos temos um bocadinho das nossas avós na Rosinha… E porque não nos podem restar outras opções senão a de cair de pé, como os gatos, sem vertigens.


Eu ia continuar a escrever sobre o resto dos filmes mas acho que este post já vai longo, por isso fica prometido que ainda esta semana volto para falar do Fury, do Gone Girl e do Magia ao luar.



Entretanto um aparte: a vencedora do passatempo da women’secret é a Catarina Vieira. Parabéns Catarina! Quanto aos outros participantes, um novo passatempo Women'Secret está quase a estalar…
 
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