segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

As coisas às vezes têm tanto de inesperado como de certo. Conheci a Helena, por puro acaso, no Rock in Rio. Quer dizer, já me tinha cruzado com ela algumas vezes noutros contextos que agora viemos a descobrir quando juntávamos as peças; mas é engraçado porque foi só ali que as condições se reuniram. Foi um acaso, coincidência das coincidências (será que existem?), que me fez partilhar com ela algumas ideias e desabafos. E, quando duas idiotas se juntam… Descobrimos pontas comuns, loucuras mais ou menos partilháveis e hoje, além de sermos amigas e companheiras de sofrimento no ginásio, estamos a criar um projeto. Pode ser uma utopia, pode ser um devaneio, mas até agora foi o maior que alguma vez sonhei. 
 Tee: Relish
Skirt: Relish
Shoes: Aldo
Red Clutch: Aldo
Sunglasses: Aldo

sábado, 2 de Agosto de 2014

Lígia Guerra é psicóloga brasileira. Um dia, percebeu que no consultório chegava a menos pessoas do que pretendia. As filas de espera e as palestras com muitas perguntas fizeram-na perceber que havia pouco tempo para "atender" a tanta procura. Mais ou menos nessa altura, começou a escrever uma coluna no blogue de um jornal sobre mulheres. E depois, foi um passo natural até escrever um livro sobre isso: dilemas e aflições no feminino mas que devem (e podem!) ser lidos por homens.Lançado em Portugal pela editora SELF, "Mulheres às avessas" é um guia para mulheres que pretende que nos emendemos menos e que gostemos mais de nós.  Este livro ensina-nos a perdoarmo-nos mais, a gostarmos mais de quem somos e a compararmo-nos menos. Vale a pena ler, deixarmo-nos inspirar e, sobretudo, gostarmos de ser mulheres (com ou sem avessas pelo meio!). Em baixo deixo-vos a entrevista que fiz a esta mulher inspiradora e, aproveito a deixa para vos oferecer um livro.

Para participar no passatempo é  muito simples:

Basta que sejam seguidoras da página de facebook da Pegada Feminina e da Editora Self. Depois é só preencherem o questionário. O sorteio será realizado dia 22 de Agosto. Boa sorte a todas!



 

Revê-se nas dificuldades que estão neste livro? Foram dificuldades que a Lígia foi encontrando ao longo da sua vida?

Sem dúvida. Eu não consigo imaginar um autor a escrever sem se sentir a escrever. Por mais que, claro, muitas das experiências não sejam minhas, foram vividas comigo.  Eu tenho as minhas experiências pessoais, as angústias que eu mesma superei mas há algumas angústias que se compartilham. Nem sempre aquilo que vive de triste ou alegre é só seu. Às vezes uma situação com a sua melhor amiga ou totalmente inesperada... O ato de escrever é um ato de estar com os olhos abertos para a vida e com o coração atento também.. Não ver só com os olhos, mas com os olhos da alma.

Em relação às portuguesas, sente que nós somos mais pessimistas? Tem alguma noção em relação à mulher portuguesa em termos comportamentais?

O que eu sinto, pelo menos porque tenho muitos seguidores que moram em Portugal e que interagem comigo em rede social porque eu só cheguei hoje aqui pela primeira vez, é que não existe pessimismo; o que existe é um grau de profundidade maior sobre as questões. Vocês são um país infinitamente mais antigo do que o nosso, mais politizado, um público que lê mais e não tão jovem  como o do Brasil. Como tal, as pessoas mais amadurecidas têm um olhar mais profundo,  mais enraizado. É como um filósofo - passa muitas vezes por pessimista. Mas muitas vezes ele simplesmente pensa mais! Parte-se de uma ideia de pessimismo equivocada.

“Pior do que não ter tempo para si é usá-lo de forma auto-destrutiva”. Pode comentar esta frase que tirei do seu livro?

A mulher muitas vezes não tem tempo para si. Mas se ela resolve fazer uma massagem, relaxar por um momento, em vez de aproveitar fica a pensar em tudo o que não fez, na sua check-list do dia. “A minha amiga conseguiu fazer isso e eu não consigo”. As mulheres comparam-se muito. Então, ao invés de estar a fazer um trabalho construtivo para o seu psiquismo, está depreciando e deprimindo. E se isso estiver associado ao período de TPM então imagine, se torna auto-destrutivo! Eu vejo como uma pintura. Muitas vezes, o pintor visualiza a sua obra de arte de uma forma, começa com uma ideia... No meio do percurso, de alguma forma há uma linha que sai do sítio e que não fica como ele queria; um traço da pintura que pode resultar numa coisa na qual ele não tinha pensado. Ou seja, devemos aproveitar e entender que, às vezes, um nariz no rosto não fica tão bonito quanto no outro.

As mulheres acabam por criticar muito as suas pequenas falhas?

A música pode ser feita sem pausa? Mas as pausas incomodam-nos. Mas se pegar na "pausa" para se ficar a desculpar e a sucumbir não vale de nada. Ria-se disso!

Como tem sido a reacção dos leitores ao livro?

Tem sido maravilhoso. Para ser sincera nem esperava. Esperamos sempre uma critica construtiva, uma positiva, mas tenho tido um feedback muito bom e agora os homens falam se vai haver um Homem às Avessas (risos)

Era a minha pergunta …

Não diria às avessas, mas em breve vão merecer um livro para eles. Não o próximo, porque ainda tenho muitas coisas para falar para as mulheres!

Mas os homens também têm muito interesse, também vêm ter consigo para lhe perguntar sobre este livro para perceber as mulheres?

Na verdade, 70% dos temas que são pedidos para eu falar na televisão são temas pedidos por homens, é curioso!

Pois, os homens têm uma necessidade enorme de perceber o bicho que é a mulher...

Mas eles têm muita necessidade de se entender, eles usam muitas vezes a mulher como um artifício para se entenderem. Às vezes, eles marcam as palestras para falar de relacionamento. Quando eu vou falar para um público de 500, 600 homens fechados numa sala, a mulher é o ponto de partida mas, de repente, tudo muda e vão analisando os temas deles, as questões deles… 

Qual foi o maior desafio para escrever este livro?

O maior desafio foi ter uma editora digna que não mexesse no meu livro e que acreditasse em mim. Tive uma experiência anterior com outro livro onde eles mexeram no livro todo e não ficou como eu queria. Então, acho que o maior desafio é a arte não ter interdição de alma, nem interdição de conceito, de vivência. Você deixar o coração pulsar, porque se corta a alma do livro, corta a ligação com o leitor.

O desafio foi então manter a fidelidade…

Manter o coração aqui dentro. Você tem de vender, sim, é um trabalho, sim, mas quando coloca o coração antes da venda, quando consegue deixar a alma ali dentro, esse é o grande desafio. 

O que é para si uma super mulher?

Ser uma super mulher é conseguir ser você mesma, é não seguir protocolos, é perdoar-se, é conseguir entender que o que funcionou hoje pode ser o degrau de amanhã… é pegar pedras e construir castelos!          

quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Nunca pensei sentir-te falta. Houve momentos em que me enjoaste. Em que a língua educada francesa me fez comichões e em que a baguette debaixo dos braços ou a falta de higiene no metro me chocou. Em que a vossa pontualidade e manias me enervaram. Em que as mulheres tão bem vestidas me intimidaram e me fizeram sentir um traste. Houve momentos, Paris, em que tive a certeza que não te queria voltar a ver. Quis o destino que durante nove meses te visitasse 7 vezes, e prolongadamente. Mas sempre que a ti voltava, e ao conhecer-te quase tão bem como Lisboa, dizia sempre para mim mesma que assim que esta aventura terminasse só te quereria ver pelas costas. Como me enganei, cidade romântica onde me fizeste perceber ainda mais profundamente como sou apaixonada por ele. Cidade onde deixei post-its, cadeados e flores secas. Onde engordei e provei foie gras, enfardei croissants em brunches de sábado e domingo deliciosos... Agora, passado um mês de te deixar definitivamente, sinto-te falta. Somos assim, estúpidos. Já dizia a música que só estamos bem onde não estamos. Mas não sei explicar. É como se me tivesse viciado por ti. Sinto uma vontade ridícula de voltar. Posso ter o meu amor de volta, mas ficou a faltar o nosso cenário idílico. As pontes sobre o Sena e os pains aux chocolat de manhã. Sinto falta do cheiro a cogumelos frescos, e das esplanadas onde quer que haja um buraco ou uma esquina. E do vinho (lento, caro e demorado). Não dá para explicar e não é lógico mas sinto mesmo saudades tuas, Paris.
Ring: Tous

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Venho aqui de corrida fazer o que eu gostava que me fizessem a toda a hora: lembretes! A agenda nunca me chega... Enfim, queixas à parte, não se esqueçam de me enviar o vosso melhor sorriso, já que está em cima da mesa (nada mais, nada menos que) uma pasta de dentes e uma bolsa de cosmética Oral-B 3 D White Brilho Glamoroso e ainda uma escova de dentes eléctrica Trizone 600 Braun/ Oral-B. Saibam como participar neste passatempo aqui. E, atenção, que faltam apenas 5 dias para o passatempo terminar. Boa sorte a todos e fico à espera das vossas 'selfies'!

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

Ao contrário de quase toda a gente, ainda não fui à praia este ano. Já apanhei sol, já mergulhei na piscina mas ainda não tive aquele sabor a água salgada na pele ou os dias que parecem intermináveis, nem sequer os pés na areia a escaldar. No entanto, acho que estou prestes a iniciar a minha época balnear e, se já fui desleixada (nunca muito!) em tempos, hoje não descuro a minha pele em nada! Até porque os índices UV estão altíssimos e não há margem para deslizes quando o assunto é o nosso órgão principal. Manchas e rugas? São quase uma questão de tempo mas a altura em que chegam faz toda a diferença. Pensem na vossa pele a envelhecer em fast forward quando vos passar pela cabeça baixar o SPF ou não colocar a cada 2 horas ou sempre que vão dar um mergulho.
Em Portugal devíamos usar protetor solar o ano inteiro, e somos um dos países menos sensibilizados para estas questões. Eu sei que cada caso é um caso, mas deixo-vos com os meus cuidados neste campo:

-  Anthelios XL SPF 50 +: Protetor solar com um toque de cor. Uso-o todos os dias sem excepção. Apesar de gostar de BB Creams sinto que como este é mesmo um protetor solar estou mais protegida. E a cor ajuda-me a ficar com um ar mais saudável!  Para além disso é super leve, fácil de espalhar (líquido) e a textura parece uma mousse leve.

- Creme Compacto Solar Vichy que uniformiza o rosto mas com SPF 30. Este não uso todos os dias do ano mas apenas no Verão. A minha pele do rosto e pescoço fica bronzeada, uniforme e , garantidamente, protegida de radiações perigosas.

- Stick de lábios Alta Proteção. Para não ficar com manchas e sinais nos lábios!
- Creme de rosto SPF 50 L’Oréal Paris. É a minha cara não há cá brincadeiras. 50, 50, 50!
- Spray Sublime Sun gosto da forma como se espalha e, como a minha pele do corpo já tem alguma cor, não preciso de um FPS tão forte.
- Como alternativa, também gosto da Bruma Seca da Garnier porque deixa uma sensação muito suave na pele e é muito agradável ao toque. 
- After Sun Vichy. Depois de um dia em que a nossa pele está a ser agredida por todos os lados (e poros) preciso sempre de lhe devolver algum conforto pelo que depois do banho o after-sun nunca escapa. E se por acaso existir a mínima vermelhidão que seja, este creme vai tratar disso.



 
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