terça-feira, 22 de Abril de 2014

Começo a sentir-me como peixe na água em Paris. Mas parece que quanto mais mergulho, mais me apetece ficar debaixo da água brilhante e bem arranjada que é esta cidade mágica. O meu fim-de-semana (passado a correr e a trabalhar pelo meio) foi qualquer coisa como isto:

Panquecas de iogurte com mel, doce da Bonne Maman (que também há à venda em Portugal) e crumble de maçã e mirtilos com creme fraîche a acompanhar...
Uma bela queimadura no pé, já que o meu namorado raramente ouve o que eu digo e a resposta a: "cuidado que isso está quente" foi pegar na cafeteira e entornar água a escaldar cozinha fora!
Mas mima-me tanto que minutos depois já estava derretida outra vez com flores, chá e post its apaixonados.
O meu look de fim-de-semana (que em Paris, não sei bem como, está melhor tempo do que cá!). Calças Zara nova coleção, sapatos vintage ("roubados" a uma tia), camisola Zara TRF do ano passado, camisa branca Zara da nova coleção.
Os sumos detox também estão na moda em terras francesas mas são servidos por um português num centro comercial ao lado da Place de Italie (metro). Essa é outra! Como achamos que ninguém nos percebe fartamo-nos sempre de falar a alto e bom som tudo o que nos apetece. Claro que há sempre uma resposta em português onde quer que seja. E depois mentalmente apercebemo-me que falámos demais...
Oh happy day! Apesar de não ser os EUA, gospel é sempre gospel e fomos ouvir este coro na Eglise Lutherienne de La Trinité. E, se sempre pensei que ia gostar, nunca imaginei que gostasse tanto. Foi maravilhoso! Se passarem um domingo em Paris, não deixem de assistir a um concerto destes. Aqui, não há espaço para tristezas.
Um passeio no Square des Batignoles, um pequeno jardim cheio de patos, flores e lagos.
Lenço Springfield da nova colecção, blazer coleção antiga H&M (acho eu), óculos Parfois.
Sabe tão bem respirar a puro ao domingo..Fartei-me de rir com as piruetas dos senhores patos!
O meu amor quase francês...e uma ida ao restaurante Le Clan des Jules que têm um daqueles brunches adequados para gente muito magra! Ah, pormenor: neste restaurante, a casa de banho tem vídeos de gangsters, vale a pena dar lá um salto.
E, como o tempo já pede, seguiu-se a compra de uns vasos de flores para pôr no parapeito. 
Termino (para já) com uma ida à Ladurée buscar encomendas...

domingo, 20 de Abril de 2014



Temos a mesma idade. Tal como tu, também faço 25 anos. Somos amigos. Daqueles dos Verões antigos, que nunca se esquecem e que nunca nos falham. Mas também dos Invernos frios e das noites mais cinzentas. E, hoje, quero dar-te os parabéns, meu companheiro nunca defraudado dos momentos mais femininos, deliciosos e apaixonados!


Lembro-me de me gelares os dentes e os ossos da cabeça, tal era a velocidade com que te tentava devorar. Depois, já no colégio, partilhei-te e almoçávamos a correr para te encontrarmos. Ela com o branco e eu com o clássico. As duas escondidas atrás da roda grande no recreio, lambuzadas mas deliciadas. A Inês dizia que os prazeres não podiam ser comidos de forma elegante e sujava a boca toda e eu lá tentava contrariá-la num argumento que se esbatia no estalar do prazer da primeira dentada: “crack”! Até aquele pedacinho final de chocolate escorregar na saia...


E o meu pai dizia sempre que não queria mas depois lá me roubava duas ou três dentadas gigantes. Ficava fula e percebi que não te podia partilhar mais. Eras meu! E, durante a adolescência, mesmo em dieta nunca te evitei, embora seja um dos nossos segredos. E se os guardaste… Nos fins de tarde em que confessámos segredos e paixões, ou em que fizemos do mundo os nossos sonhos dourados, com os pés cheios de areia e o sabor a sal do mar misturado na teu sabor, doce. Companheiro dos filmes mais lamechas vistos 5 vezes e das cartas de amor nunca escritas...


Nunca te disse que não. E já lá vão 25 anos. Duvido que alguma vez diga. Crescemos juntos mas mantemo-nos iguais no essencial, neste gosto que nos une. E, por muito que a vida mude, continuarás a ser sempre a minha escolha e o meu companheiro no verdadeiro prazer pelo chocolate.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Não sei dizer como aprendi a fazê-lo, e provavelmente a maioria das mulheres também não o saberá. Não sabemos qual a razão que nos faz começar sempre num olho e não noutro...Dos primeiros borrões, à primeira vez que usamos um batom vermelho…  Apesar de quase nos correr nas veias, há muita ciência por descobrir...
Os meus quatro pilares essenciais na maquilhagem:


1) Qualidade = que não faça mal à pele
2) Nada de exageros, isto é: não parecer um palhaço ou que se vai sair à noite, quando se acordou há um par de horas. Parecer natural, mas naturalmente bonita com uns pózinhos saudáveis e pouco mais
3) Duração = Não ter que passar o dia a refazer o feito
4) Fazer o que quer que tudo isto seja de forma rápida. Perdão, muito rápida.


Estes quatro pontos poderiam bem resumir as premissas de muitas mulheres com falta de tempo e que se preocupam com a maquilhagem. First things first: Partilhar beleza e não fazer disso um segredo de estado! É isto que me guia e é por isso que, hoje, vos trago algumas dicas novas que aprendi  no workshop com o  Diego Schober make up artist internacional da Make Up Factory porque a beleza deve ser partilhada.

Deixo-vos com as dicas que se encaixam na minha regra de necessidades. “Nem tudo aquilo que fazemos em dez segundos deve durar dez segundos” disse o Diego captando logo a minha atenção porque a minha maquilhagem rápida e primária dura geralmente muito pouco... 

1) Não devemos colocar pó mate (sobretudo quem já tem a pele seca) junto da zona onde aplicamos o corretor de olheiras. Porquê? (E eu fazia sempre isto porque achava que ajudava a fixar o corretor. ERRADO!) O efeito anti-oleosidade do pó mate fará com que as rugas e as imperfeições da área saltem à vista e sobressaiam.

2) Nunca colocar pó bronzeador no triângulo mais claro do nosso rosto à volta do nariz, debaixo deste e na pálpebra interior junto à cana do nariz dos olhos. Ficaremos com um ar mais leve se não o fizermos.
3) Olhos castanhos ficam bem com sombra castanha numa maquilhagem de dia, essa eu sabia! E à noite com azul…o que já não me convence tanto mas quero experimentar.

4) Por fim, pó bronzeador no pescoço sim, mas em forma de uma faixa mais fina para o alongar.
Dicas à parte, uma das coisas que mais me atraiu nesta marca , foi a sua utilização em produções e desfiles de moda já que os produtos são muito duradouros e de qualidade e, sobretudo o preço que é bastante acessível para o normal das marcas de cosmética de referência (especialmente se aproveitarmos os descontos da Perfumes e Companhia). Fiquei bastante interessada numa base para sombras que nem sabia que existia e no blush que tanto tem pérolas bronzeadoras com um toque de cor como o vermelhinho saudável.

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Com tanta agitação na minha alegre vidinha...que é como quem diz com esta quase bi-nacionalidade, uma vez que praticamente divido o meu tempo entre Lisboa e Paris (não estou a queixar-me, atenção!), quase me esqueci de vos contar que fui conhecer, finalmente, o Storik numa noite em que o pecado não morou mesmo ao lado. Fui jantar com uma amiga a este espaço na Rua do Alecrim, no Chiado a propósito do Portugal Restaurant Week. Adoro esta iniciativa que nos permite ir a restaurantes top por um preço muito mais acessível. O único problema é ter que escolher. Há tantos e tão bons. E este sítio saldou-se numa boa escolha.
As famosas massas finas chegam em forma de rodízio e parece que não enchem mas é apenas ilusão! Certo é que este modelo de refeição dá margem de manobra para conversa e mais conversa... O melhor de tudo? O crepe com queijo de cabra e mel do início (só de escrever já estou a salivar)… No final, como este projeto tem o apoio da Sabor do Ano ainda houve tempo para uma ginjinha que está nos produtos seleccionados! Preparem-se já que dia 24 de Abril vem aí a edição Lisboa e Porto...

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Usar sapatos que nos magoam! As desculpas são sempre variadas. Ou porque nos alongam a silhueta, ou porque ficamos altíssimas, ou porque só eles é que não nos fazem arrastar as calças no chão. A razão pouco interessa mas o princípio é sempre o mesmo: de cada vez que os calçamos pensamos que será a última. Dores, dores, dores.  "Nunca mais os volto a usar!", "Mas porque é que não me lembrei da última vez que os usei?" Relembramo-nos logo assim que começamos a usá-los e insultamo-nos em silêncio...Vem-nos à memória a máxima "Há que sofrer para bela parecer." E aguentamos, mais uma vez, fazendo promessas que mais dia menos dia se quebram na justificação de uma próxima vez.

 
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